Suzana Casterá, cortesã

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Havia mulheres que pintavam o rosto, fumavam e entretinham animadas conversações

As damas da boa sociedade, mesmo as que animavam os salões literários tinham que policiar-se para que suas maneiras e sua conversação, pontilhada de francês, obedecessem a rígidos rituais de conveniência. Mas havia mulheres que pintavam o rosto, fumavam e entretinham animadas conversações regadas a vinho, falando o que lhes vinha à cabeça.

E faziam sucesso com essa liberdade excessiva: eram as cocottes, as cortesãs, que as mulheres de família olhavam escandalizadas.

No começo do século, com a indústria e o rápido crescimento das cidades, a efervescência da vida mundana tornou famosas donas de bordel como Suzana Casterá, no Rio. Sua elegante Pension d"Artistes recebia personalidades.

Uma caricatura de O Rio Nu, de 1903, retrata-a dançando maxixe com Cardoso de Castro, chefe de polícia, na presença do Barão do Rio Branco e outros políticos importantes da época.

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